23 abril 2017

24/04/2017 A 12/05/2017
CARDÁPIO INTEGRAL
MATUTINO
  SEGUNDA
24/04
TERÇA
25/04
QUARTA
26/04
QUINTA
27/04
SEXTA
28/04
Colação:
 Biscoito Amanteigado

Colação:
 Cookie integral e leite
Colação:
 Maçã
Colação: mamão
Colação: melancia
Cookie integral e leite
Rosquinha de coco e suco de abacaxi
Biscoito amanteigado
Cookie integral e vitamina de banana
Biscoito cream cracker e composto lácteo
SEGUNDA
01/05
TERÇA
02/05
QUARTA
03/05
QUINTA
04/05
SEXTA
05/05
FERIADO
Colação: Cookie integral
Colação: Mamão
Colação: Tangerina
Colação: Maçã
FERIADO
Biscoito Cream Cracker e composto lácteo
Rosquinha de coco e suco de abacaxi
Biscoito Amanteigado com vitamina de banana
Cookie integral e leite
SEGUNDA
08/05
TERÇA
09/05
QUARTA
10/05
QUINTA
11/05
SEXTA
12/05
Colação: Rosq. de coco
Colação: melão
Colação: Maçã
Colação: tangerina
Colação: mamão
Biscoito Biscoito amanteigado e composto lácteo
Cookie Integral e suco de abacaxi
Rosquinha de coco e composto lácteo
Biscoito Biscoito maisena e vitamina de banana
Biscoito cookie integral e suco de abacaxi
CARDÁPIO REGULAR
 VESPERTINO
SEGUNDA
24/04
TERÇA
25/04
QUARTA
26/04
QUINTA
27/04
SEXTA
28/04
Arroz, Carne de panela e feijão (extrato de tomate, patinho em cubos)
Biscoito Cookie Integral + maça e composto Lácteo
Arroz, Peito de Frango desfiado e couve picada
Rosquinha de coco e vitamina de banana
Macarronada ao molho de baterraba (patinho em iscas)
SEGUNDA
01/05
TERÇA
02/05
QUARTA
03/05
QUINTA
04/05
SEXTA
05/05
FERIADO
Arroz doce (açúcar, leite)
Macarronada (extrato de tomate, ovos mexidos e tomate) Obremesa: tangerina
Rosquinha de coco e suco de melão
Galinhada (arroz, coxa e sobrecoxa), batata refogada
SEGUNDA
08/05
TERÇA
09/05
QUARTA
10/05
QUINTA
11/05
SEXTA
12/05
Arroz com carne (extrato de tomate e patinho em cubos)
Biscoito amanteigado e vitamina de banana
Arroz, ovos mexidos com brócolis refogado e feijão
Cookie + melão fatiado e composto lácteo
Macarronada (cenoura ralada e peito de frango)

·         Cardápio sujeito a alteração conforme envio de alimentos.

20 abril 2017

No aniversário de Brasília a homenagem é do Cerrado!

O CERRADO QUE NÃO MAIS SE VÊ
Tonicato Miranda

escuta aqui, almofadinha
não se engane a cidade já foi campo
ele agreste quase não mais se vê
já houve tempo, já houve vento
terra causticante, sol a pino, sede de ceder
rodamoinho com nome de lacerdinha
Brasília cercada de cerrado tinha

o cerrado tinha jacupemba, andorinha tinha
pequi pra toda parte, fruta no pé e no chão
árvores retorcidas, mais de um milhão
cobra couro de arte, buriti nos brejos, tinha
muitos corguinhos de água limpinha
moça se banhando na cacimba
a gente olhando lá de cima, como tinha

lobo guará, ema, seriema, tatu bola tinha
gavião, coruja, sucuri, lebres saltadoras
veado campeiro, formigas de fogo e as voadoras
araticum, ameixa brava, belas plantinhas, tinha
casa de barro plantada no morro alto
cavalo sem cilha e um pouco de asfalto
tudo isto quase não tem, já teve, tinha

bando de papagaios no rumo dos guabiruvus
peixes coloridos no remanso de rio pequeno
bem-te-vi te vi tão grande, te vi tão pequeno
bem-te-vi, mal te vi, já todo te senti, você tinha
tantas informações, cadê os sanhaços
será gato do mato comeu-os manhãzinha
cortaram os paus e tocos, mataram a matinha

cerrado, muita velha curandeira tinha
ervas-remédio, ervas de cheiro, ervas sozinhas
alguns índios caçavam aqui, céus sobreviventes
malocas perdidas nos cantos das vertentes
muito cristal de rocha e esmeralda tinha
e um pôr-do-sol colorindo nos fins de tarde
prostrado, velho caboclo, saudades da Ritinha

o cerrado tinha
seriemas, emas, cobras
assovio na mata tinha
fruta azeda, fruta doce
camaleão na pedra
jacaré no brejo tinha
susto do pacu
tinha pio de nhambu
lagartas nas folhas
lagartas no chão
asfaltos distantes tinha
cachorros no mato
carros no céu
carros sobre a cobra
brilho do sol na latinha
morros sorrisos
montanhas de veludo
e uma montanha
que só eu tinha

Com a orientação e incentivo do professor Arthur Potter,  os alunos da EC111 Sul reconhecem a importância do Cerrado para a cidade de Brasília (e pra todas as outras). E mostram isso em seus lindos trabalhos artísticos.
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Em 18 de abril, Priscila, autora do livro "Juju no Hospital", esteve na EC 111 Sul e conversou com os alunos do 2° ano C.
 

17 abril 2017

CRIANÇA MIMADA É FALTA DE EDUCAÇÃO, SIM. 
E A CULPA É DOS PAIS!
Uma geração de crianças “sem limites” está se formando. São filhos mimados e com baixa tolerância à frustração.
Como os pais podem mudar essa situação?
Mesmo que você não tenha filhos, provavelmente já presenciou cenas semelhantes:
- criança se jogando no chão e gritando porque não recebe o que quer na hora que está pedindo;
- criança gritando (e até batendo) nos pais porque não ganharam o que querem, na hora que querem;
- criança jogando comida no chão porque não é o que quer comer.
Pois esse comportamento é de criança mimada e indica, sim, falta de educação.
Para a psicóloga Laurema Suckow de Castro uma geração de “crianças mimadas” está se formando por uma mudança social e até econômica. “O pais e as mães estão muito mais ausentes, trabalhando muito. As crianças ficam muito ligadas em aparelhos tecnológicos e tendo pouco contato com a família. Isso desencadeia um comportamento social sem muitos limites”, explica.
Limite aliás, é a palavra chave para lidar com uma criança mimada e também pode ser a “salvação” para esse tipo de comportamento.
O problema, conforme analisa a psicóloga, é que a culpa dos pais acaba desencadeando um comportamento vicioso. Os pais não querem repreender a criança porque sentem culpa por não passar mais tempo com ela. Os filhos percebem essa culpa dos pais e usam ao seu próprio favor, testando limites e – também – a paciência.“Uma criança mimada é uma criança que tem baixa tolerância à frustração. Não sabe ouvir um não e não consegue se comportar bem socialmente”, explica Laurema. Esse “não consegue” passa pela questão da criança saber que os pais não vão repreendê-la em um lugar público, por isso acaba colocando a família em situação constrangedora.
O que fazer nesses casos?
Ser firme. Por mais que a culpa bata, os pais devem saber que os limites são essenciais na educação dos filhos e que são eles – os pais – que sabem o que é melhor para as crianças durante a infância. Isso significa saber se comportar durante um passeio e até comer o que os pais indicam, já que os adultos têm mais experiência para saber o que faz bem do que uma criança.
Parece lógico, mas muitos pais têm dificuldades em colocar limites nas crianças e terceirizam essa função, seja para a escola ou para especialistas. Laurema salienta que uma situação muito comum hoje em dia é os pais buscarem diagnósticos para criança, chamando-a de hiperativa ou mesmo buscando ajuda médica para lidar com um comportamento inadequado.
“Há diferenças grandes entre uma criança com alguma síndrome e uma criança sem educação, sem limites. Os pais não podem confundir. Na dúvida, é importante buscar orientação”, salienta Laurema.
O que fazer?
A psicóloga dá algumas dicas para lidar com crianças que estão fazendo birra ou manha constantemente. Confira:
- Tenha controle da situação. Lembre-se: quem sabe o que é melhor para as crianças são os adultos e não elas.
- Seja firme. Não volte atrás em uma decisão. A criança precisa confiar e sentir-se segura com a decisão do adulto.
- Não sofra. Saiba que dar limites é positivo para a criança. Uma criança mimada é manipuladora e sabe o “ponto fraco” dos pais. Não caia no jogo.
- Fuja do consumismo. Não tente compensar o tempo que você passa fora com presentes. O que vale é a qualidade do tempo também, portanto, presentes, só em datas especiais.
- Dê tarefas para que as crianças cumpram de acordo com a idade e maturidade delas. Estimule a independência.
- Faça combinados e mantenha as regras. Antes de sair de casa para um passeio, lembre os acordos da família: nada de birra, manha ou pedir para comprar alguma coisa. Não dá para fazer tudo o que as crianças querem, isso prejudica um crescimento saudável!
Projeto Político Pedagógico 2017

TEMA

CONSCIÊNCIA PLANETÁRIA

APRESENTAÇÃO
Esta Proposta Pedagógica procura adotar um planejamento estratégico, que garanta a construção de uma escola autônoma, democrática e de qualidade, com a retomada e a reavaliação de suas linhas de ação.
 No final de 2016, realizamos com toda comunidade a avaliação do Projeto Político Pedagógico, em cada aspecto: pedagógico, administrativo, financeiro e político. Reformulamos propostas a serem incluídas em 2017 incorporando novas propostas através de discussão na coletiva, no Dia letivo temático e também através de sugestões e expectativas enviadas para casa onde os dados foram compilados e expostos no mural de entrada. Os alunos participaram através do Conselho de Classe Mirim. Analisamos todos os dados e construímos o presente P.P.P., com vistas ao ano de 2017, sendo flexível e em constante construção democrática.  Todo fim de semestre, enviamos avaliação institucional, para que possamos reformular as práticas pedagógicas e administrativas. Consultamos e elaboramos, em conjunto, com o PDDE Interativo.
   Este P.P.P. procura ainda incentivar à mobilização da comunidade educativa, num processo coletivo de proposição de ideias, meios, ações e reflexões, acerca da realidade educacional e escolar desta comunidade; além da elaboração de um projeto de ação educativa, que culmine com a transformação da realidade em questão.
         A Escola Classe 111 Sul constrói sua Proposta Pedagógica baseada na gestão de coletividade, corresponsabilidade e busca por uma escola de qualidade a todos os alunos, respeitando a pluralidade, diversidade e direitos humanos; numa aprendizagem cidadã e com uso de tecnologia na educação, onde todos estarão unidos por uma educação de qualidade”, valorizando os talentos individuais dos alunos, funcionários e comunidade.
               Almejamos uma escola com identidade, com conhecimento, estabelecimento e cumprimento de regras, que visem o bem comum, respeito ao Regimento da Escola; com autonomia pedagógica do corpo docente, trabalho coletivo, participação plena da comunidade, definição do papel da escola e da família e o gosto do educando por estar neste espaço, promovendo atividades lúdicas e prazerosas que tragam o ambiente harmônico e feliz a Escola Classe 111 Sul.
           Buscamos a valorização das identidades, o respeito à diversidade, a busca do coletivo e como cita Vygotsky, “o papel da formação escolar ocorre quando a criança recebe informações socialmente construídas e transforma as situações do presente, adquirindo consciência”, reduzindo o preconceito e os conflitos sociais, numa perspectiva de aprendizagem cidadã.
              No decorrer do ano, o tema Consciência Planetária será norteador do projeto onde os princípios da justiça social e econômica, integridade ecológica, respeito e cuidado da comunidade de vida além da democracia e busca da não violência serão observados em consonância com a Carta da Terra, código de ética planetário voltado à sustentabilidade, paz e a justiça socioeconômica, idealizada pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas.
                   O combate ao mosquito Aedes Aegypti e a conscientização do uso racional da água também terá uma atenção especial. Pretende-se trabalhar informativos, vídeos, textos interativos, cartazes, jogos, dias letivos temáticos com a comunidade escolar também integrado com a Consciência Planetária e as ações de combate, prevenção e proteção da população e reflexões sobre a importância das relações ambientais de preservação ambiental e as consequências das ações humanas sobre o planeta. Serão ações durante todo o ano letivo que focarão no espaço escolar, mas também na comunidade.
                    A alimentação saudável fará parte integrante das ações diárias, onde a legislação sobre a comercialização de alimentos no ambiente escolar deverá ser seguida. A Vivência Matemática, projeto da escola será com a estimulação de alimentos saudáveis e também em objetos como brinquedos onde pretendemos enriquecer o lanche com alimentos saudáveis e contribuir com a APM da escola, além de darmos prosseguimento  ao dia da fruta e da sopa aproveitando as verduras, legumes e frutas doados pela comunidade escolar. O Conselho Escolar determinou em reunião extraordinária, que durante a Festa Junina, poderá haver, excepcionalmente, a venda de refrigerantes, pois em consonância com a legislação, mais do que proibir as ações da escola serão de sensibilização, orientação e busca de uma alimentação equilibrada e saudável, mas também de autocontrole dos excessos cometidos.
HISTORICIDADE E DIAGNÓSTICO DA ESCOLA
          Este Estabelecimento de Ensino situa-se na SQS 111-Área Especial-Asa Sul, Brasília-DF, foi inaugurado em 25 de agosto de 1971 e atendia os moradores das superquadras no início da inauguração da Nova Capital.
         Em 2000 passou a atender alunos com Necessidades Especiais e com nova configuração da clientela, passou a atender alunos do entorno e de outra Região Administrativa do Distrito Federal.            .
          Começamos um trabalho pedagógico envolvendo toda a comunidade escolar sobre a valorização das diferenças e em 2013, passamos a ser sequencial do Jardim de Infância 21 de Abril e, aos poucos, a escola está novamente tornando-se mais democrática, verdadeiramente inclusiva, com turmas de Classe Especial, Altas Habilidades, alunos do Ensino Especial e com alunos oriundos de todas as classes sociais, numa verdadeira inclusão democrática.
          É, ainda, uma escola onde há rotatividade de alunos. A maioria dos alunos não reside nas proximidades, desloca-se para próximo do trabalho dos familiares, em busca de uma escola de qualidade. Devido à distância, os atrasos e faltas dos alunos devem ser acompanhados, evitando prejuízos pedagógicos e reprovações. O regimento escolar deverá ser objeto de divulgação e cobrança dos pais, com parcerias do Conselho Tutelar. A escola continuará com as estratégias de registro dos atrasos, bem como de orientação aos pais, levando em consideração o perfil da comunidade. Não deixamos de observar o direito constitucional de garantir a EDUCAÇÃO, evitando a negligência familiar.  Os registros individuais de atrasos são feitos pela família e, após 05 consecutivos ao mês, a família recebe advertência escrita e é orientada a corrigir o problema, sugerindo, inclusive, alteração de horário de aula.
             O principal desafio da escola é o olhar diferenciado a cada um dos alunos. O atendimento diversificado utiliza-se das estratégias necessárias como Reagrupamento e Projeto Interventivo, garantindo a recuperação contínua.
     Este ano, daremos continuidade ao trabalho com o terceiro turno, cadastrado no programa Novo Mais Educação, do Governo Federal. Pretende-se atender 117 alunos do turno matutino com atividades no contra turno na Escola Parque 308 Sul.
           O Programa Novo Mais Educação, instituído pela Portaria nº 1.144, de 10 de outubro de 2016, observa as determinações da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) – Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – com relação ao desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo. Atende ainda ao fixado pela referida Lei quanto a progressiva ampliação do período de permanência na escola.
         O fato de o Brasil não ter alcançado a meta estabelecida pelo IDEB de atingir as Metas 6 e 7 do Plano Nacional de Educação – PNE, instituído pela Lei no 13.005, de 25 de junho de 2014, fez com que o Governo Federal ampliasse a oferta de educação em tempo integral e a melhoria da qualidade do fluxo escolar e da aprendizagem das escolas públicas, levou este Ministério a instituir o Programa. No caso da Escola Classe 111 Sul atingimos o índice em 2015 de 6.4 e pretendemos continuar avançando com qualidade e sucesso educacional.
       O Projeto Educação em Tempo Integral é voltado à formação integral de todos os seus membros, com foco nas crianças. A Educação Integral não se restringe à ampliação do tempo que a criança. Ela diz respeito à possibilidade de integração, registrada neste Projeto Político Pedagógico, expressa, por meio de um “currículo significativo”, na prática de outras ações educativas, culturais e lúdicas presentes no território e “vinculadas ao processo formativo”.
   Como citado no Programa Novo Mais Educação, do Governo Federal,” fazer Educação Integral deve ser uma escolha livre e consciente, da comunidade de aprendizagem. Contextualizado nos objetivos e metas gerais, que caracterizam uma atuação sistêmica e articulada, o projeto pedagógico deve preocupar-se com o planejamento das atividades cotidianas da escola”.
      Os Mediadores da Aprendizagem, responsáveis pelas atividades de acompanhamento pedagógico, devem trabalhar de forma articulada com os professores da escola para promover a aprendizagem dos alunos nos componentes de Matemática e Língua Portuguesa, utilizando, preferencialmente, tecnologias e metodologias complementares às já empregadas pelos professores em suas turmas.
               A Escola Classe 111 Sul possui 13 salas de aula e espaços pedagógicos como: Biblioteca Escolar, Laboratório de Informática e de atendimento integral, um parquinho infantil, nas dependências da escola, Copa e Sala de descanso, para funcionários, uma Sala de Multiuso, para atendimento aos pais. Atende 243 alunos, mais 34 matriculados do Programa de Altas Habilidades totalizando 277 alunos atendidos.
              Em conformidade com o programa no espaço da Escola Classe 111 Sul trabalharemos o currículo em Movimento da SEDF e o aluno no turno matutino terá:
*Acompanhamento Pedagógico (Obrigatório): instrumentalização metodológica para ampliação das oportunidades de aprendizado dos estudantes, com foco na aprendizagem do aluno em Língua Portuguesa e Matemática.
1. Acompanhamento de Língua Portuguesa: orientação de estudos de Leitura, escrita, alfabetização e letramento;
2. Acompanhamento de Matemática.
As atividades de Acompanhamento Pedagógico devem se valer de metodologias inovadoras e ter como foco a superação dos desafios apontados pela avaliação diagnóstica de cada aluno. As atividades devem ser coordenadas pelos Coordenadores da Escola com os mediadores de aprendizagem pagos pelo PDAF via CRE e PDDE via Governo Federal de modo a garantir sua articulação com o currículo e com as atividades pedagógicas propostas pelo sistema de ensino.             
   As. Atividades Complementares: Campo das Artes, Cultura, Esporte E Lazer serão trabalhadas no turno vespertino na Escola Parque 308 Sul .
  Promovendo a oferta de atendimento de mediação em Língua Portuguesa e Matemática para o turno vespertino, a Escola Classe 111 Sul através da APM com recursos dos sócios irão também oferecer através de trabalho voluntariado com mediadores na área de pedagogia o mesmo atendimento.
 Caso haja voluntários formados em Educação Física, o Conselho Escolar avaliará o trabalho na área de psicomotricidade a ser ministrada pelo mesmo no turno vespertino que não tem oferta de atendimento integral.
   No turno vespertino, com recursos próprios, a escola também fará a contratação de mediador voluntário na área de Língua Portuguesa e Matemática, após aprovado em Assembleia Escolar no dia 10/025/2017 com profissional na área de Pedagogia e Atividades de Educação Física com o trabalho também voluntário envolvendo profissional habilitado para trabalho com ênfase na psicomotricidade em consonância com o Currículo em Movimento.
  Mediar a aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática pelo tema transversal “Meio Ambiente” é desenvolver nos alunos capacidades específicas que lhes permitam compreender a diversidade da vida no Planeta, reconhecer situações de desequilíbrio ambiental e  a importância de se conservar o Meio.
    Apresentar versões fortes de letramento aos alunos com o tema do PPP contribui para se sentirem inseridos no meio ambiente, sentindo-se capazes de interpretar o seu contexto social, cultural e ambiental e apontar caminhos alternativos de ações que superem os problemas encontrados no dia a dia.
      Utilizar a Matemática como algo presente na Natureza é contextualizar e despertar para uma realidade oculta que muitas vezes passa despercebida: a quantidade de folhas que caem de uma árvore, o número de abelhas presentes em uma colmeia, a quantidade de água que a escola utiliza no dia a dia, são exemplos e informações de situações cotidianas, que dizem respeito ao meio em que se vive e que norteiam o trabalho de raciocínio lógico matemático  em situações reais e próximas ao corpo discente.
 O acompanhamento pedagógico tem como base o trabalho com o Meio Ambiente, valorizando todos os aspectos e necessidades do aluno, de forma dinâmica, motivadora e lúdica. Tornando-se a escola responsável por propiciar condições ao aluno para desenvolver competências e habilidades, comunicar e representar seu contexto, investigar e compreender os fenômenos naturais que afetam sua vida, contextualizando os conceitos apreendidos para a vivência de seu universo sociocultural.
            Percebe-se que a escola deve abrir espaço para participação de todos, conscientizando-os sobre direitos e deveres de cada pessoa dentro de seu segmento, tendo regras claras, direcionando o trabalho de forma planejada, para o cumprimento do currículo.
           Deve ser realizado o acompanhamento diário do desenvolvimento do aluno, em processo de aprendizagem, através de observações, de registros sistemáticos, auto avaliação e atividades específicas para a faixa etária.
            A comunidade escolar percebe a importância do projeto de leitura Caminhos da Leitura. O projeto é executado às sextas feiras; os professores, alunos, servidores e comunidade param suas atividades para realizar o simples hábito de leitura na entrada de turno por 15 minutos. O projeto aplica apresentações de teatro interativo, envolvendo todos os gêneros textuais, de forma a enriquecer e estimular a leitura. Há uma alternância prevista de gêneros textuais por turma, que escolhe o tema do mês . O empréstimo de livros semanais, para leitura em casa, também complementa este projeto. A Biblioteca atende, com o suporte de empréstimo de livros e caixa estante
        Cada turma tem um dia destinado à ocupação de espaço, para trabalho com o professor regente. O espaço da Biblioteca também é aberto para a comunidade escolar.
           Em 2017 serão abordados os subprojetos em consonância com o tema CONSCIÊNCIA PLANETÁRIA:
1º ano A,1ºB e  C e Classe Especial - Sucanquedo –                                                                            (Brincando e construindo um mundo melhor )
2º anos A e B– Mundo Animal
2 º ano  C-  Africanidades
3º ano A  - Soltando os Bichos
3º ano B- Livro, Livrinho, Livrão... Eu Leio e Você Também
 4º ano A e B- Conhecendo Brasília, Capital da Arte e Cultura, Uma  Questão de Consciência
5 º anos A e B– Alimentação Saudável
            Partindo dessa busca por uma escola centrada no aluno, na aprendizagem, na qualidade, na gestão democrática, na autonomia, na prática pedagógica diversificada e lúdica, é que a equipe desta Instituição se prontifica a desenvolver uma história coletiva, reflexiva e dialógica, resgatando o compromisso de assegurar uma aprendizagem de qualidade significativa. No ano de 2017 atendemos alunos na modalidade de Ensino Fundamental 09 anos, Classe Especial (TGD-autistas), Sala de Recursos generalista e específica de Altas Habilidades. A escola possui atualmente um total de 243 alunos distribuídos em 15 turmas e mais 34 alunos atendidos pelo programa de Altas Habilidades e, ainda, com mais 117 alunos sendo atendidos no terceiro turno, na Educação de Tempo Integral em 10horas diárias sendo 05 horas na EC 111 Sul e 05 na EP 308 Sul. Trabalhamos com a visão de que todos os alunos são únicos e, portanto, devem ser atendidos em suas necessidades e potencialidades, sem rótulo ou discriminação, realizando adequação curricular aos atendidos pela Sala de Recursos do Ensino Especial e através de trabalho diversificado.
     Na primeira semana de aula, os alunos de Classe Especial terão adequação de temporalidade no horário, visando uma melhor adaptação ao espaço escolar, profissionais envolvidos, seus pares; conforme legislação do Governo federal, desde que previsto no P. P.P, haverá a redução de horário para esta clientela de forma gradativa, garantido os conteúdos trabalhados, dias letivos e o mínimo de 800 horas anuais. Caso perceba-se uma adaptação tranquila, progressivamente o horário vai sendo ampliado até a sua integralidade ao término da semana.
De acordo com o caderno 06 do Currículo em Movimento 2013 a Educação Básica fundamenta-se nos princípios da equidade, do direito à dignidade humana, na educabilidade de todos os seres humanos, independentemente de comprometimentos que possam apresentar no direito à igualdade de oportunidades educacionais, à liberdade de aprender e de expressar-se e no direito a ser diferente. Prevê a formulação de políticas públicas educacionais reconhecedoras da diferença e da necessidade de condições distintas para a efetivação do processo educacional. Essa previsão se encontra respaldada desde a garantia em Carta Magna (Constituição Federal, 1988), que assegura em seu artigo 1°, incisos II e III, a cidadania e a dignidade da pessoa humana como Fundamentos da República que, em seu artigo 3º, inciso IV, estabelece a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação como um dos Objetivos da República.
  O aluno Portador de Necessidade Educacional terá seu atendimento observada à adequação curricular onde poderá ocorrer:
I - -introdução ou eliminação de conteúdos, considerando a condição individual do estudante;
II - modificação metodológica dos procedimentos, da organização didática e da introdução de métodos;
III - flexibilização da carga horária e da temporalidade, para desenvolvimento dos conteúdos e realização das atividades;
IV - avaliação e promoção com critérios diferenciados, em consonância com a proposta pedagógica da instituição educacional, respeitada a frequência obrigatória.
Atualmente temos alunos diagnosticados como ANEE, 02DI, 09 TGD, 01 TC, 01 DF e 02 TDH. São atendidos pela Sala de Recursos da escola todos os alunos com o diagnóstico de DI, DF e TGD incluídos no regular.
SALA DE RECURSOS DE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO
                 Sempre que falamos em superdotação, o que nos vem à mente é a figura dos grandes gênios e visionários da humanidade. Todos eles se destacaram em virtude de suas realizações criativas, deram contribuições positivas para a humanidade e elevaram o conhecimento humano, as ciências, a tecnologia, a cultura e as artes a patamares inusitados.
                O século XXI nasce como o prenúncio de uma nova era, em que cada vez mais as nações percebem que os talentos humanos são seus bens mais preciosos. O mundo de hoje clama por boas ideias, por mudanças nas noções pré-concebidas. Assim sendo, a escola abre espaço para contribuir com esse processo.
                Sabendo que, as pessoas com altas habilidades formam um grupo heterogêneo, com características e habilidades diversificadas; que diferem uns dos outros, de acordo com as pesquisas, esta instituição educacional considera essencial encorajá-los e atendê-los para o desenvolvimento de suas potencialidades logo em seus anos iniciais, tendo em vista que a maioria desses estudantes demonstra um padrão desigual de desenvolvimento cognitivo, expresso em diferenças entre o desenvolvimento intelectual e o emocional ou psicomotor.
                 E assim,
           É indispensável instrumentalizar didaticamente a escola para trabalhar com a diversidade. Nem a diversidade negada, nem a diversidade isolada, nem a diversidade simplesmente tolerada.
            Também não se trata da diversidade assumida como um mal necessário ou celebrada como um bem em si mesmo, sem assumir seu próprio dramatismo. Transforma diversidade conhecida e reconhecida em uma vantagem pedagógica: este me parece ser o grande desafio do futuro (apud Lerner, 2007, p.7).
                Muitos são os desafios que nossa escola tem que enfrentar para fornecer uma educação de qualidade e atender as demandas de todos os estudantes, de forma inclusiva. A par destes desafios, o AEE AH/SD, apresenta-se como uma resposta aos propostos pela área.
                Esta instituição educacional rompe com a rotina convencional para não gerar desperdício de talento, de potencial ou desmotivação do estudante por não ser assistido, entendendo que é tarefa da escola reconhecer a singularidade do sujeito, seus interesses, estilos de aprendizagem, níveis de motivação e de autoconceito, características de personalidade e principalmente as suas necessidades educacionais.
                  Com base em todos os pressupostos da inclusão desta demanda, a Escola Classe 111 Sul abriu espaço para uma Sala de Recursos do AEE- AH/SD, contribuindo para o desenvolvimento do talento e do potencial desses estudantes, tendo em mente que o ambiente é um dos principais promotores das capacidades superiores que um dia vão desabrochar de forma plena e oferecer novas ideias para a solução dos problemas da nossa sociedade.  
                    A Sala de Recursos tem como finalidade atender ao estudante identificado como superdotado, aplicando técnicas e estratégias de ensino para suplementação, diferenciação e o enriquecimento curricular, assegurando o cumprimento da legislação brasileira e o princípio da igualdade de oportunidades para todos. Assim sendo, o acesso do estudante à Sala de Recursos do AEE-AH/SD, oportuniza experiências que extrapolam o espaço educacional, possibilitando o desenvolvimento do seu potencial a níveis cada vez mais elevados. Portanto, torna-se também, tarefa deste atendimento educacional especializado, conhecer os pontos fortes e os interesses do estudante, suas necessidades cognitivas, sociais e afetivas.                   
                   Os estudantes indicados pelas escolares regulares ou profissionais da educação e da saúde serão atendidos no contraturno do ensino regular, uma vez por semana, nesta sala de recursos específica em Altas Habilidades/Superdotação, por um professor mediador, especializado em Altas Habilidades/ Superdotação.
                   O professor da Sala de Recursos atua como mediador, dinamizador, catalisando e articulando com outros espaços todas as demandas advindas do interesse do estudante e criando oportunidades para o mesmo encontrar desafios compatíveis com as suas habilidades.
                   A equipe do AEE- AH/SD é composta por um professor mediador da Sala de Recursos, itinerantes e psicólogo, responsáveis por todas as atividades processuais.
MISSÃO / FUNÇÃO SOCIAL
              A missão da Escola Classe 111 Sul é oferecer um ensino de qualidade, promovendo uma educação voltada para a formação afetiva, social, ética, emocional, intelectual, preparando o aluno para agir como cidadão crítico e participativo no mundo.
             A escola estará voltada para o entendimento das diferenças, da pluralidade cultural, diversidade e direitos humanos, tendo como função social a formação do cidadão, buscando a autonomia intelectual, o pensamento crítico, princípios éticos, levando o aluno a aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.   Ou seja, a escola deverá formar o cidadão para sua adaptação e melhor convivência na sociedade, para a formação ética e desenvolvimento da pessoa humana.
PRINCÍPIOS ORIENTADORES DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E ADMINISTRATIVAS
            Este projeto tem como princípios a flexibilidade teórico-metodológica, que deverá estar voltada para o melhor aproveitamento do aluno, o fortalecimento dos laços de solidariedade, tolerância, formação de valores, respeito ao Homem e ao Meio Ambiente, através dos projetos Laboratório de Aprendizagem, Projeto Interventivo, do Serviço de Orientação Educacional e de projetos específicos, de acordo com a demanda da turma, a partir da transdisciplinaridade, vinculando o mundo do trabalho e a prática social e a avaliação institucional, como momento de construção, reflexão, em busca da educação de qualidade. A abordagem dos Direitos Humanos, Relação étnico-racial, gênero e sexualidade, sustentabilidade são temas a serem apresentados e discutidos por toda comunidade escolar.
     O Bloco Inicial de Alfabetização que apresenta uma proposta pedagógica pautada na tríade alfabetização, letramentos e ludicidade. Esses eixos procuram estabelecer uma coerência entre os aspectos fundamentais do processo de alfabetização, buscando a proficiência leitora e escritora a partir da alfabetização e dos letramentos sem perder de vista a ludicidade. A intenção é a de que o eixo integrador possa facilitar o desenvolvimento das estruturas cognitivas e das dimensões afetiva, social e motora dos estudantes nos diferentes anos do Bloco, favorecendo a alfabetização e os letramentos nos seus diversos sentidos. Santomé (1998, p. 125) afirma que “as propostas integradoras favorecem tanto o desenvolvimento de processos com o conhecimento dos problemas mais graves da atualidade”.
    Com base nas concepções da Psicolinguística, na perspectiva psicogenética da aprendizagem da língua escrita, de Emília Ferreiro (2001), que houve uma significativa mudança de pressupostos e objetivos na área da alfabetização. Alterou-se a concepção do processo de aprendizagem e reduziu a distinção entre aprendizagem do sistema de escrita (alfabetização) e as práticas sociais efetivas de leitura e de escrita (letramentos), que devem se dar de forma prazerosa e criativa (ludicidade).
            Buscamos trabalhar um currículo plural e flexível, imbuído de uma concepção educacional fortemente comprometida com um modo de aprendizagem que promova, nos espaços escolares, a formação de sujeitos capazes de pensar e de atuar criticamente em seus ambientes de convivência.
Pretende-se oferecer possibilidades educacionais que impliquem em situações concretas de aprendizagem, de modo interdisciplinar, contextualizado e articulado à vida social.
            O trabalho nos anos iniciais pretende cuidar e cuidar envolve solicitude, zelo, dedicação atenção, bom trato, mediação; o que deve permear todas as fases da aprendizagem. Isso significa propor um ambiente que estimule à criatividade, a investigação, a construção e reconstrução dos conhecimentos, envolvendo o ser humano em todos os seus aspectos e respeitando a identidade cultural e a pluralidade de significados que cada um tem da trajetória histórica.
            O mais importante, no cuidado, é compreender como ajudar o outro a se desenvolver como ser humano. Cuidar significa valorizar e ajudar a ampliar capacidades. O cuidado é um ato em relação ao outro e a si próprio, que possui uma dimensão expressiva e implica procedimentos específicos (SIGNORETTE, 2002).
   Segundo Paulo Freire, educar é construir, é libertar o homem do determinismo, passando a reconhecer o seu papel na História, a identidade do estudante. Os princípios para Educação Inclusiva fundamenta-se no desenvolvimento de estratégias diferenciadas de abordagem das habilidades e competências do currículo comum, com vistas à suplementação, diferenciação, modificação e ao enriquecimento curricular.
            A concepção de Educação Inclusiva vai além do diagnóstico de alunos DF, TGD, Altas Habilidades, com qualquer quadro sindrômico ou necessidade educativa especial. Percebemos a inclusão como um processo amplo e que envolve TODOS os alunos sem exceção.  A inclusão só existe na prática de fato, quando oferecemos condições diferenciadas para os alunos, oportunizando um trabalho diversificado e individualizado.
      A oportunidade para todos refletirão em todas as ações da escola inclusive em atividades de enriquecimento fora do ambiente escolar, eventos através de campanhas solidárias envolvendo a comunidade escolar.
              As Salas de Recursos complementam este atendimento, mas o trabalho diário sistemático e realmente diversificado é garantia de acesso com sucesso e permanência.
OBJETIVOS GERAIS
1. Oportunizar a todo o ensino de qualidade, garantindo a valorização das potencialidades e diversidade, desenvolvendo o currículo por competências, numa aprendizagem cidadã a partir do conhecimento que garanta o sucesso escolar;
2. Garantir as aprendizagens, a partir da democratização dos saberes, em uma perspectiva de inclusão de todos, respeitando e valorizando as diferenças socioculturais, afetivas, subjetivas, físicas, cognitivas, entre outras;

3. Desenvolver a capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo e a formação de atitudes e valores, permitindo as vivências de diversos letramentos;
4. Compreender os fenômenos naturais e sociais, os processos histórico-geográficos, o sistema político, a tecnologia, as artes e os valores, presentes na realidade brasileira, latino-americana e mundial;
5. Fortalecer os vínculos de cidadania, os vínculos familiares, os laços de solidariedade humana e a tolerância recíproca;
6.   Promover o desenvolvimento de ações contextualizadas, tendo como eixos principais a valorização do pluralismo e do confronto de ideias, a tolerância e a cooperação como meios de desenvolvimento de capacidades para a convivência, oportunizando ao educando a concepção de integralidade.
7. Perceber as interconexões entre as ações humanas e seus impactos ocultos no planeta (elementos bióticos e abióticos), na saúde dos indivíduos e da coletividade e nos sistemas sociais.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1.    Reduzir o índice de reprovação nas turmas provenientes da promoção automática;
2. Melhorar a cada ano o índice do IDDF e o do IDEB;
3. Promover ações de participação mais efetiva da comunidade escolar;
4. Estimular os profissionais da escola e capacitá-los constantemente; 
5. Promover a avaliação institucional semestralmente envolvendo toda a comunidade escolar;
6. Realizar a gestão escolar baseada nos princípios da ética, democracia, paridade, transparência, justiça e no cumprimento das regras pré-estabelecidas;
7. Estabelecer ações envolvendo todos os membros da equipe escolar e pais no atendimento qualitativo diferenciado aos alunos que necessitarem;
8. Democratizar a informação a respeito da realidade social ambiental, política e econômica local, em vista da promoção da consciência cidadã;
9. Desenvolver estratégias de promoção da igualdade racial, de gênero tendo como referência o contexto histórico-cultural;
10. Promover o conhecimento das interações entre os seres vivos;
11. Proporcionar a construção de uma autoimagem positiva e consequente valorização do eu, do outro e do meio;
CONCEPÇÕES  TEÓRICAS
             Toda proposta pedagógica deve ser orientada por pressupostos teóricos que explicitam as concepções acerca da criança e da educação e nós nos fundamentamos na psicologia do desenvolvimento humano para que possamos compreender as diferentes formas que as crianças se desenvolvem e aprendem buscando metodologias mais eficazes.
                        Atualmente percebe-se a criança como ser integral, global, onde a mesma é considerada biopsicossocial. Percebemos as influências concretas de Piaget no estudo sobre o sujeito cognoscente e Vygotsky no estudo do sujeito social (histórico).
            De acordo com Vygotsky, o desenvolvimento da criança poderia se descrito: ensinar e aprender. As crianças desenvolvem e são desenvolvidas. Ele afirma que os seres humanos aprendem na medida em que interagem com os outros. O conhecimento deriva da cultura humana. Tudo que está na zona de desenvolvimento proximal é apreendido.
            Piaget mostra a importância da interação sujeito-objeto, tornam-se importantes o equilíbrio, adaptação e assimilação.
      A Teoria Histórico-Cultural de Vygotsky, em sua gênese, pressupõe uma natureza social da aprendizagem, ou seja, são por meio das interações sociais que o indivíduo desenvolve suas funções psicológicas superiores. O aprendizado humano pressupõe uma natureza social específica e um processo através do qual as crianças penetram na vida intelectual daqueles que as cercam. (VIGOTSKI, 2007, p.100) através das relações com os outros homens, por meio da mediação de instrumentos, principalmente por meio da linguagem (instrumento simbólico básico de todos os grupos humanos) e dos objetos (instrumentos concretos), que o indivíduo interioriza os elementos culturalmente estruturados. Vygotsky chama de internalização, essa reconstrução interna de uma operação externa.
         De acordo com ele, todas as funções no desenvolvimento da criança aparecem duas vezes, ou seja, em dois momentos: no nível social (Inter psicológico) e depois no nível individual (intrapsicológico):
1º Inter psicológico: é o momento da aprendizagem que ocorre entre pessoas. Este primeiro momento é decisivo no processo de ensino-aprendizagem, pois é o momento da mediação docente;
2º Intrapsicológico: é o momento da aprendizagem que ocorre no interior da criança. No processo de ensino-aprendizagem corresponde ao momento da apropriação dos conteúdos pelo aluno.
       A transformação de um processo interpessoal num processo intrapessoal acontece ao longo do desenvolvimento da criança, como resultado de uma série de eventos ocorridos,
como um processo dialético complexo caracterizado por inúmeras transformações.
       Segundo Vygotsky (2007), não podemos nos limitar à determinação de níveis de desenvolvimento, se o que queremos é descobrir as relações reais entre o processo de desenvolvimento e a capacidade de aprendizado. Temos que determinar pelo menos dois níveis de desenvolvimento da criança: o primeiro nível pode ser chamado de nível de desenvolvimento real e o segundo, de zona de desenvolvimento proximal.
Nível de desenvolvimento real: é o nível de desenvolvimento da criança onde suas funções mentais já se estabeleceram como resultado de certos ciclos de desenvolvimento já completados;
Zona de desenvolvimento proximal ou potencial: é o nível de desenvolvimento da criança determinado através da capacidade de solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com os colegas mais capazes.
            Pretendemos dar continuidade ao tema do PPP iniciado em 2016: Consciência Planetária, pois "No meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz".
    Consciência planetária é um movimento social que propõe mudar a relação de dominação do ser humano sobre a natureza e criar um modo de produção e de consumo respeitoso com o meio ambiente.
 A consciência planetária ocorre através da percepção das complexas relações entre cada ser vivo e o meio ambiente, que não há indivíduos isolados e que toda vida depende de múltiplas relações. Desde meados do século XX essa consciência vem ampliando o seu raio de abrangência. Já não é apenas o meio ambiente imediato (cidade, região ou país) que conta, mas o meio ambiente mais amplo (planeta). Pode-se falar de consciência planetária para tratar a relação entre a humanidade – gênero humano com seus diferentes povos e culturas – e o seu meio ambiente, ou, em termos mais precisos, o micro-organismo vivo que James Lovelock chama de Gaia. A consciência planetária implica numa consciência ecológica, de responsabilidade diante da vida no planeta, mas vai muito além desta, porque no limite ela representa o ser humano como um componente do sistema de vida do planeta. O ser humano que vive e se relaciona com o planeta pensa e fala e de diferentes modos expressa sua consciência – que justamente por isso distingue-se dos demais componentes do planeta – mas nem por isso pode arrogar-se no direito de impor sua vontade sobre os demais. Para o ser humano, o meio ambiente deve ser entendido como o espaço físico e biológico mediado pela cultura, ou seja, um espaço que também é sociocultural.
 O conceito de consciência planetária é esboçado no Preâmbulo da Carta da Terra, em estilo esperançoso e estimulador. No meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. A visão planetária, embora assumida por cada pessoa, pode ser classificada como um tipo de consciência coletiva, na acepção de Durkheim. Do ponto de vista da sociologia, o termo “consciência” compreende: quem somos (autoconhecimento), o que é o mundo (conhecimento experiencial da realidade) e o que deve ser mudado nele (critérios éticos para a ação transformadora). Neste sentido, “consciência planetária” designa o conjunto de ideias e valores que fundamentam e motivam um amplo movimento social em defesa da vida na Terra.
O comportamento de cada membro vivo do ecossistema depende do comportamento de muitos outros. O sucesso da comunidade toda depende do sucesso de cada um de seus membros, enquanto que o sucesso de cada membro depende do sucesso da comunidade como um todo.
Os princípios da ecologia - interdependência, reciclagem, parceria, flexibilidade, diversidade são os da sustentabilidade. A sobrevivência da humanidade dependerá de nossa alfabetização ecológica, da nossa capacidade para entender esses princípios da ecologia e viver em conformidade com eles.
CONCEPÇÕES, PRÁTICA E ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO.
                A avaliação pedagógica do ensino- aprendizagem será  com caráter processual, formativo e participativo de forma contínua, cumulativa e diagnóstica, levando-se em consideração tanto as estratégias didático-pedagógicas propostas como os processos de aprendizagens dos estudantes.
           A avaliação das ações contidas neste Plano de ação será feita através da avaliação institucional dos encontros envolvendo família, nas reuniões pedagógicas e administrativas, visando sempre uma reavaliação, possibilitando rever estratégias semestrais, mensais e anuais que zele pela eficácia e eficiência do mesmo.
         A avaliação será formativa com vários instrumentos e análise de todo o coletivo da escola. A cada final de quatro semanas, haverá aplicação do teste da psicogênese envolvendo os alunos do BIA (1º e 2º anos), letramento e letramento matemático (3º ano) com vistas a avaliar dos avanços dos alunos e reformulação de estratégias para a progressão continuada. Nas turmas de 4º e 5º anos (Bloco 2) também serão avaliadas as estratégias de reagrupamento envolvendo a equipe pedagógica da escola.
           Também trabalharemos com portfólio para acompanhamento individualizado e Conselho de Classe bimestral e Conselho de Classe Mirim envolvendo a clientela escolar.
PLANO DE AÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PPP
ESTRATÉGIAS
1. Promover eventos festivos abertos à comunidade escolar;
2. Estimular a participação da comunidade escolar nas acolhidas às segundas feiras, com o planejamento prévio junto à coordenação;
3. Estimular a divulgação administrativa e pedagógica do Jornal Voz da Criança, feito com a participação dos alunos e dos pais na versão escrita e falada;
4. Fortalecer a coordenação pedagógica como espaço de troca de experiências, aprendizado profissional, discussão e reavaliações;
5. Dar continuidade a auto avaliação e a avaliação institucional de todos os membros da escola e da participação dos pais nos resultados;
6. Buscar parcerias para melhorias na escola, através de festas, sorteios, rifas e da   Vivência Matemática;
7. Atualizar o banco de pais voluntários que estejam disponíveis, junto ao Conselho Escolar e APM para melhorias administrativas e pedagógicas;
8. Oferecer condições reais ao professor de realizar trabalho diversificado e diferenciado, incluindo a ludicidade, com apoio da equipe pedagógica, Sala de Recursos, Acompanhamento Pedagógico com mediadores e Educadores Sociais Voluntários, Laboratório de Informática inclusive durante o horário de aula;
9. Diagnosticar através da análise de resultados do IDEB Provinha Brasil e Avaliação Institucional, os entraves de melhoria e acompanhar sistematicamente o atendimento aos alunos com dificuldades de aprendizagem, encaminhando-os para EEAA, OE e Sala de Recursos;
10. Avaliar ao final de cada evento os resultados alcançados e as dificuldades encontradas, para novos encaminhamentos;
11. Garantir o acesso e divulgar periodicamente a documentação e aplicabilidade das verbas públicas, destinadas à escola e das verbas arrecadadas através de APM, doações, Bazar, etc.
12. Realizar o Conselho de Classe Mirim pelo menos duas vezes ao ano (início e término);
13. Conscientizar os alunos e pais quanto à conservação do espaço físico escolar e das normas e corresponsabilidades, disseminando o respeito ao outro, ao meio ambiente, como cidadãos conscientes;
14. Propiciar aos alunos e pais participações em eventos culturais diversos,
15. Promover a autonomia da criança
16. Implementar projetos que visem os temas transversais: Meio Ambiente, Cidadania, Combate à Violência, Direitos Humanos, Diversidade Cultural, Combate a qualquer tipo de Preconceito, intolerância, envolvendo valores e respeito;
17. Garantir a todos os alunos conhecimento sobre a miscigenação do povo brasileiro, a liberdade religiosa de todos os credos, liberdade política, mantendo a postura laica e não partidária da escola, trabalhando temas envolvidos no currículo, garantindo autonomia ao aluno e ao professor e manifestação aos pais;
18. Dar continuidade a oficinas na escola para os pais mostrarem suas aptidões e talentos, implementando pelo menos duas vezes ao ano o Dia: Minha Família Sabe Muito!
19. Proporcionar aos alunos visitas, com planejamento prévio e cunho pedagógico a Museu, Teatro, Cinema, Biblioteca, Pontos Turísticos, Jardim Botânico entre outros;
20. Utilizar o Laboratório de Informática como ferramenta pedagógica, onde o professor regente poderá realizar aulas diversificadas, previamente planejadas ou usar o recurso com toda a turma;
21. Estimular o hábito de alimentação saudável, conscientizando a família e estipulando um dia específico para salada de frutas e sopa, com a colaboração da comunidade através de doações voluntárias;
22. Propiciar aos alunos atividades lúdicas e com professores diferentes no reagrupamento através de planejamento prévio visando sanar a dificuldade momentânea;
23. Propiciar no espaço escolar aos alunos do turno vespertino, prioritariamente, atividades psicomotoras com professor formando em Educação Física através da participação voluntária;
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA ESCOLA
O presente projeto foi elaborado pela comunidade escolar deste Estabelecimento de Ensino sob a supervisão da direção, com o objetivo de melhorar a qualidade de ensino, reduzir a repetência, garantir o sucesso escolar e extinguir a evasão e implementar a gestão democrática. Com relação à metodologia utilizada será baseada na Pedagogia de projetos, onde a interdisciplinaridade e a proposta sócio interacionista e a abordagem construtivista permeiam o fazer pedagógico. Portanto o método é global, visando desenvolver individualmente as potencialidades.
             "Vygotsky defende a ideia de contínua interação entre as mutáveis condições sociais e as bases biológicas do comportamento humano. Partindo de estruturas orgânicas elementares, determinadas basicamente pela maturação, formam-se novas e mais complexas funções mentais, a depender das experiências sociais a que as crianças se acham expostas." (Davis & Oliveira, 1993:49).
             Para Vygotsky, toda forma superior de comportamento aparece duas vezes durante seu desenvolvimento: primeiro como forma coletiva, como um procedimento externo do comportamento, isto é, Inter psicológica, para depois se converter em individual, em uma forma de comportamento da própria pessoa, isto é, intrapsicológica.
              Este processo de interiorização implica uma verdadeira reconstrução daquilo que em princípio foi manifestado em nível externo. “Dessa forma, o desenvolvimento cultural da criança tem origem social, em duplo sentido (Wertsch, 1988, In Coll 1996:28):” primeiro, porque as funções psicológicas superiores - e com elas todas as formas culturais - são construções sociais; e, segundo..., porque sua construção em nível individual, sua interiorização, é concretizada a partir de interações que a criança mantém com os adultos e outros agentes mediadores de seu entorno, nos quais aparecem tais funções". É evidente para Vygotsky a ideia de que o indivíduo reconstrói e reelabora os significados transmitidos pelo seu grupo cultural.
             Para Vygotsky,  a ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal) constitui-se em dois níveis: o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial. A capacidade de realizar tarefa sozinha constitui-se no nível de desenvolvimento real, enquanto que o nível de desenvolvimento potencial  é a etapa em que a criança desempenha tarefas com a ajuda do outro.
           "Essa possibilidade de alteração de desempenho de uma pessoa pela interferência de outra é fundamental na teoria de Vygotsky. Em primeiro lugar porque representa, de fato, um momento do desenvolvimento: não é qualquer indivíduo que pode, a partir da ajuda do outro, realizar qualquer tarefa. Isto é, a capacidade de se beneficiar de uma colaboração de outra pessoa vai ocorrer num certo nível de desenvolvimento, não antes". (Oliveira, 1993:59). O nível de desenvolvimento potencial caracteriza-se, portanto em uma etapa na qual a interferência do outro afeta significativamente o resultado da ação individual.
            A partir desta síntese, pode-se inferir que os pressupostos teóricos de Vygotsky reconceituam o estudo da interação, que, no processo educativo, caracteriza-se como ponto central, para compreender os processos de mudança produzidos pelas interações realizadas em situações escolares.
Trabalharemos também com subprojetos que serão desenvolvidos em cada turma após definição do professor regente com a turma em consonância com este Projeto Político Pedagógico a partir do tema Consciência Planetária com documento norteador da Carta da Terra.
 A carga horária de trabalho do professor será a constante na legislação vigente, com 25 horas de regência e 15 de coordenação.
 O coordenador pedagógico, Orientador Educacional e professor de Sala de Recursos cumprirão o determinado na portaria de distribuição de carga horária, de acordo com suas atribuições em documentos norteadores.
As aulas serão enriquecidas com atividades lúdicas, objetivando o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, o desenvolvimento de habilidades motoras, maior socialização em busca do bem estar físico / mental.
           O atendimento da Sala de Recursos deverá viabilizar a adequação curricular, inclusive as avaliações aos alunos ANEE acompanhando os alunos diagnosticados junto ao professor regente.
            O atendimento às necessidades educativas dos estudantes identificados com potencial de talento em salas de aula do ensino regular fundamenta-se no desenvolvimento de estratégias diferenciadas de abordagem das habilidades e competências do currículo comum, com vistas à suplementação, diferenciação, modificação e ao enriquecimento curricular através da Sala de Recursos existente nesta Instituição de Ensino.
RECURSOS FÍSICOS
AMBIENTE ADMINISTRATIVO/SERVIÇOS
1. Laboratório de Informática
2. Secretaria
3. Direção
4. Sala Multiuso para Atendimento aos pais e alunos
5 . Banheiros
6. Copa/ Sala de descanso dos funcionários//. OE e Sala de Recursos Generalista
7. Sala de Recursos e Altas Habilidades
8. Sala de Coordenação
9. Cozinha
10 .Despensa
11. Sala dos Servidores
12. Depósito de Material de Limpeza
13. Sala de Jogos(Atendimento integral)
AMBIENTE PRÓPRIO
1.       Salas
09 salas de Aula sendo 01 adaptada
RECURSOS FINANCEIROS
   Os recursos financeiros para implantação do presente plano serão contemplados no Projeto Político Pedagógico a ser discutido, adquirido e construído por toda a comunidade escolar e terão como fonte:
*DOAÇÕES COMUNITÁRIAS, PARCERIAS, VERBAS PÚBLICAS PDDE E PDAF,*APM, RIFAS/BAZAR.
                                                  RECURSOS MATERIAIS
   Após discussão com o coletivo da escola e Conselho Escolar, delimitamos como prioridades para o ano de 2017:
  Compra de armários, de nova  cama elástica, brinquedos para o recreio,
                         CALENDÁRIO ESPECÍFICO
1º Semestre
Fevereiro- Dia Letivo temático PPP
 Maio- Projeto Minha Família Sabe Muito (sábado letivo)
Junho-Vivência Matemática Junina
Julho- Festa da Família (sábado letivo)
*O calendário do 2º semestre será feito em Julho com toda comunidade escolar
BIBLIOGRAFIA
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Subprojetos das Turmas
Projeto – Soltando os Bichos.
“Não podemos ver a beleza essencial de um animal enjaulado, apenas a sombra de sua beleza perdida."
Autora - Mônica de Salles Carvalho
Instituição Educacional – Escola Classe 111 Sul.
Diretoria Regional de Ensino – DRE Plano Piloto/Cruzeiro.
Público alvo – alunos do 3o ano A 
Justificativa:
            A proposta é mostrar que os animais são seres sencientes (têm sensações como frio, sede, dor; e também sentimentos, medo, alegria, tristeza, saudade...) e que não estão no mundo para servir aos homens, mas que têm seus próprios interesses. Estabelecer paralelo com situações da vida cotidiana.
Contribuir  para a conscientização da importância da preservação das espécies em seu habitat, relacionando a isso a necessidade da proteção a seus habitats.
 Objetivo geral:
Sensibilizar as crianças para que sejam formadores de opinião em relação ao direito a liberdade que devem ter todos os seres vivos.
Desenvolver as habilidades previstas a partir de leitura, análise e interpretação de textos escritos, imagens, música, vídeos, filmes, excursões e outros recursos, aprimorando a leitura, estruturação e compreensão textual, raciocínio lógico-matemático, noção espaço temporal.
 Objetivos específicos:
 *  Analisar a realidade dos animais aprisionados em zoológicos.
·    *  Concluir que o comportamento de animais em cativeiro não é o mesmo que o animal apresentaria no seu meio natural, privado da convivência com seus iguais e de todas as interações que lhe são possíveis em seu meio natural.
·      *  Perceber que o  zoológico reduz a natureza , a alguns metros.
·   * Perceber que os recursos aplicados em zoológicos, seriam mais bem aplicados na preservação do habitat dessas espécies.
·     *  Reconhecer que o local adequado para os programas de conservação devem ser as regiões a que os animais pertencem naturalmente e não a milhares de quilômetros de distância, longe da selva, da floresta, do deserto, das montanhas, dos oceanos, num ambiente e clima completamente diferentes.
·   *Conscientizar-se que não há fundamentos para justificar os zoos como local de entretenimento, pois para os animais é a sentença de uma vida
de sofrimento e privação.
·     * Perceber que não é normal e divertido tirar a dignidade de outro ser para proveito próprio. Que é infinitamente melhor que jaulas, aquários, terrários estejam para sempre, vazios.
·    * Reconhecer que os zoos devem continuar servindo apenas de abrigo para animais selvagens apreendidos por tráfico ilícito ou maus-tratos, apenas para receberem cuidados especiais até terem condições de retornar à natureza. Que não devem ser locais de entretenimento e nem de lucro.
·      *  Identificar que em vídeos, os animais são filmados livres em seu habitat natural, com seu bando e rotina natural. Neles sim, é visto uma situação real da natureza, e o mais importante, livre de exploração e crueldade. E que indo a áreas de mata preservada você poderá ver livremente macacos, aves, peixes, etc.
  • Entender que ações humanas podem afetar os animais e outros seres vivos e que, por causa disso, nós temos o dever de lhes prestar cuidados.
  • Entender que frequentemente nos deparamos com dilemas morais e que as pessoas têm opiniões diferentes.
  • Adquirir habilidades para comunicação eficaz (para que possam explicar melhor suas ideias e responsabilidades), demonstrando os níveis apropriados de cuidados e empatia.
  • Desenvolver atitudes de amabilidade, respeito, responsabilidade.
  • Sensibilizar para a percepção das  diferenças entre os animais criados em cativeiro e os que vivem em seu habitat selvagem.
  • Perceber que os animais não existem  para divertimento humano.
  • Perceber que a destruição do meio ambiente acarreta destruição dos habitats e dos animais que ali vivem.
  • Protagonismo infantil - despertar o interesse pela participação em campanhas em defesa desses direitos.
Metodologia:
      Apresentação de documentários, filmes, vídeos, revistas, livros, imagens, debates, dramatizações; confecção de cartazes, ilustrações, colagem e pintura, elaboração de questões, além de produção de textos individuais e coletivos a partir de situações motivacionais.
            Serão realizadas atividades que promovam o descrito nos objetivos específicos: leitura de textos individuais ou coletivos, apresentação de dramatizações, teatro de fantoches, leitura de notícias relacionadas ao tema para debate, paródias de músicas, apresentação de documentários, filmes e vídeos, leitura de livros infantis, apresentação de murais e cartazes, vivências, palestras.
O projeto é desenvolvido a partir de montagem de zoo em sala. Cada aluno fica responsável por um animal (não pode haver 2 animais iguais) e colocá-los dentro de jaulas, para que pouco a pouco sejam libertados e devolvidos a seus habitats.
Cada animal é libertado depois de estudadas suas características e realizada diversas atividades lúdicas. Uma delas, por exemplo, durante o estudo, o animal da vez será o mascote da turma, sendo, inclusive levado pra casa e cuidado. O aluno responsável deverá fazer um diário.
O raciocínio lógico-matemático, noções de tempo e espaço, leitura e escrita deverá estar, de alguma forma,  contextualizado.
Subprojeto Africanidades
2º ano C – Professora Suzana

Introdução
 O Brasil, apesar de ser um país com uma vasta cultura musical, linguística, religiosa, culinária, étnico racial, geográfica, ambiental, dentre outras, ainda não aprendeu a valorizar seu legado. Muitos ainda desconhecem, negam e/ou desvalorizam a cultura afro brasileira. Pessoas de diversas camadas sociais e diferentes níveis de escolaridade são vítimas/algozes de preconceito e injúria racial. Diante dessa realidade, faz-se necessário um trabalho pedagógico de conhecimento e valorização da cultura afro brasileira, favorecendo a construção de auto imagens positivas dos cidadãos e cidadãs, negros ou não.
“O movimento negro tem contribuído para a reflexão sobre as desigualdades raciais no país. O sistema público de ensino por sua vez é apontado como espaço de reprodução destas desigualdades quando se abstém em mergulhar nesta temática, contribuindo para a invisibilidade da cultura negra, da sua contribuição para o processo civilizatório culminando na naturalização do racismo existente. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais (IBGE, 2010), a disparidade entre negros e brancos nos comprova que o racismo produz consequências perversas no que tange à educação, o que se reflete também no mercado de trabalho, na renda e em outros indicadores sociais.” (http://kilombagem.org/africanidades-nucleo-de-pesquisa-e-educacao-para-as-relacoes-raciais-2/)
A expressão africanidades refere-se às raízes da cultura brasileira que tem origem africana. Dizendo de outra forma, queremos nos reportar ao modo de ser, de viver, de organizar suas lutas, próprio dos negros brasileiros e, de outro lado, às marcas da cultura africana que, independentemente da origem étnica de cada brasileiro, fazem parte do seu dia-a-dia.

Objetivo Geral

Possibilitar o conhecimento e a valorização da cultura afro brasileira.

Objetivos Específicos
·                     Vivenciar situações que contribuam para uma convivência antirracista;
·                     Debater situações do cotidiano que expressem preconceito e/ou injúria racial;
·                     Conhecer e respeitar aspectos religiosos, musicais, culinários, linguísticos, geográficos, dentre outros, afro brasileiros;
·                     Trabalhar o conhecimento e a apreciação de algumas festas, danças e comidas afro brasileiras por meio de pequenos textos, vídeos, fotos e conversas com africanos residentes em Brasília e/ou pessoas que viajaram para lá.
 Temas
·         A vinda dos negros ao Brasil;
·         A boneca Abayomi;
·         Baobá, a árvore da vida;
·         Tipos de cabelo – cabelo crespo – penteados afro;
·         Turbantes;
·         Tons de pele – função da melanina;
·         Capoeira, maracatu, jongo, samba, maculelê;
·         Influência africana na alimentação - feijoada, acarajé etc.;
·         Influência africana no idioma;
·         Religiões de matriz africana;
·         Máscaras africanas – significados e usos;
·         A Savana Africana
 Literatura
·         Os Cabelos de Lelê, Valéria Belém, 2012; (http://www.ensinandocomcarinho.com.br/2015/11/atividades-de-compreensao-do-texto-o.html)
·         A Ovelha Negra, Bernardo Aibê, São Paulo: Mercuryo, 2000;
·         Preta de Neve e os Sete Gigantes, Rubem Filho, São Paulo: Paulinas, 2013;
·         Minha Mãe é Negra Sim, Patrícia Santana, Mazza Edições, 2008; (https://www.youtube.com/watch?v=bXmtvOUtH10)
·         Meninas Negras, Madu Costa, Belo Horizonte: Mazza Edições, 2010;
·         Betina, Nilma Lino Gomes, Mazza Edições, 2009 (https://escrevivencia.files.wordpress.com/2014/04/betina.pdf);
·         Tanto, Tanto! Trish Cooke, Ática: 1999;
·         Aguemon, Carolina Cunha, São Paulo: Martins Fontes, 2002;
·         Bruna e a Galinha D’Angola, Gercilga de Almeida, Rio de Janeiro: Pallas Editora, 2011;
·         As Tranças de Bintou, Sylviane Anna Diouf, Cosac Naify 2010 (https://www.youtube.com/watch?v=C8j2CqP8Lu0) (https://escrevivencia.files.wordpress.com/2014/03/as-tranc3a7as-de-bintou.pdf) (http://www.ideiacriativa.org/2013/07/proposta-de-atividade-as-trancas-de.html)
 Referências bibliográficas
 ·         História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na escola Álvaro Sebastião Teixeira Ribeiro e outros;
·         Ciclo de palestras: Conheça mais Cultura e imaginário: um ponto de vista negro (coleção com 5 livros) Nelson Fernando Inocêncio da Silva;
·         Almanaque pedagógico Afro Brasileiro- Uma proposta de intervenção pedagógica na superação do racismo no cotidiano escolar Rosa Margarida de Carvalho Rocha;
·         A Cor da Cultura –Kit com 3 cadernos de formação. Ministério da Educação. Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Rede Globo de Televisão. Canal Futura. Rio de Janeiro, 2006.
Projeto ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
5º ANO A e B
Justificativa
O tema alimentação é motivo de preocupação dos pais e educadores, visto que o mercado oferece uma enorme quantidade de produtos alimentícios que, através da mídia , invadem as nossas casas e tornamos hábitos alimentares bastante inadequados.
Entre os fatores que influenciem no crescimento e desenvolvimento da criança e na preservação de sua saúde cabe à alimentação um lugar de importância indiscutível. É importante a formação de hábitos alimentares nas crianças para que tenham uma alimentação correta. Se por um lado é possível perceber alunos que exageram na alimentação, comendo porções maiores do que sua necessidade diária, por outro lado é notável que alguns alunos apresentem dificuldade em se alimentar e rejeitam uma variedade enorme de alimentos. Como os alunos são de período integral e, dessa forma é responsável pelas principais refeições do dia, torna-se fundamental que a criança tenha conhecimento da importância de alimentar-se bem, assim como, permita-se experimentar alimentos diversos.
         Dessa forma, o objetivo do projeto é permitir que os alunos, juntamente com seus familiares, reflitam sobre seus hábitos alimentares e das consequências que esses hábitos têm na sua saúde.
É bom ressaltar que a prática regular de atividade física e uma boa alimentação trazem muitos benefícios para a saúde. Essa combinação pode garantir um estilo de vida saudável.
Objetivos gerais
Promover o consumo de alimentos e a consciência de sua contribuição para a promoção da saúde de uma forma atraente.
Objetivos específicos
– Definir o que é alimentação saudável.
– Diferenciar frutas, verduras e legumes, bem como a importância desses alimentos para nossa saúde.
– Incentivar o consumo de frutas, verduras e legumes.
– Conhecer a importância das vitaminas na saúde.
–Identificar informações contidas nos rótulos de produtos industrializados.
– Compreender os prejuízos causados pelo consumo excessivo de balas, refrigerantes e frituras.
– Aprender o que significa a pirâmide alimentar.
– Aprender algumas receitas de alimentos saudáveis.
– Evitar o desperdício de alimentos.
Metodologia
Os estudantes do 5º ano “A” e do 5º ano “B”, se dividirão em 7 grupos para reunir informações  sobre os alimentos saudáveis e suas vitaminas , valores nutritivos, pirâmide alimentar e seus níveis , dando enfoque em seus benefícios e malefícios para melhor qualidade de vida.
Conteúdos curriculares
Língua Portuguesa:
- Interpretação de textos informativos sobre o tema;
-Entendimento das informações contidas nos rótulos dos alimentos industrializados;
- Coletar e discutir informações a respeito da alimentação oferecida na escola.
- Debates: espontâneo, temático, intencional e planejado.
- Textos de divulgação científica sobre alimentos da moda
 Matemática:
- Unidades de medida usadas nas receitas;
- Valor nutricional dos alimentos, criação de tabela;
- Números decimais; medidas de massa e proporções;
- Porcentagem ;
- Frações;
- Sistema monetário;
- Representação gráfica com construções e interpretação de tabelas e gráficos.
 História:
- Valor cultural da alimentação (alimentos de origem indígena, africana ou europeia);
-  Produção de receitas, respeitando o gênero textual;
- Leitura e modos de alimentação dos grupos sociais;
- Alimentos de ontem e de hoje.
- Ciências:
- Nosso corpo (higiene corporal)·
- Meio ambiente (produção de alimentos);
-  Funções e fonte de vitaminas; uso de agrotóxicos nos alimentos;
- Prática de esportes e atividades físicas;
- Higiene dos alimentos.
Arte:
-Representação por meio de desenhos dos alimentos estudados, confecção da pirâmide de alimentos.
Projeto : Mundo Animal
2 ano “B” (Prof.ª Kátia)
Justificativa
O projeto possibilita o interesse natural das crianças favorecendo as interações e o letramento. Possui caráter de identificação de suas vivências pessoais e sociais contribuindo para a aprendizagem significativa e o cuidado que deveremos ter com o meio ambiente e com os seres vivos do nosso planeta.
Através dos animais, desenvolver um ambiente agradável e de bons relacionamentos, contribuindo para a ampliação das relações afetivas, fazendo com que as crianças percebam a importância da solidariedade, da ajuda, do respeito com todos os seres vivos do planeta, tornando-se pessoas  melhores.
Objetivo Geral
Reconhecer a importância dos animais para o ser humano e para o planeta, a interdependência a outras espécies, características, semelhanças, diferenças, habitat natural, etc.
Objetivos específicos
·        Enriquecer o vocabulário através de contos, historia, poesias, etc.
·        Colaborar para uma aprendizagem reflexiva.
·        Internalizar valores
·        Caracterizar animais : habitat, revestimento, alimentação, etc.
·        Reconhecer a importância da alimentação correta para a manutenção da saúde animal.
·        Identificar e reconhecer as utilidades e importância do animal na vida do ser humano, para a natureza e para o planeta.
·        Alfabetizar a criança partindo do alfabeto (fonema) relacionando ao nome de animais.
Metodologia
·        Exibição de filmes.
·        Historinhas contadas no varal literário.
·        Documentários ( revistas, jornais, internet...)
·        Dramatização de historias, envolvendo animais.
·        Projeto literário (sacolinha literária).
·        Pinturas e colagens.
·        Confecção de cartazes.
·        Murais.
·        Portfólio.
Culminância
Feira cultural (outubro)
SUBPROJETO: CONHECENDO BRASÍLIA, CAPITAL

 DA ARTE E CULTURA, UMA QUESTÃO DE 

CONSCIÊNCIA


PROFESSORA PATRÍCIA - 4° ANO A
PROFESSORA FÁTIMA – 4° ANO B
INTRODUÇÃO
            O estudo das sociedades humanas, por meio dos aspectos culturais, artísticos e políticos, permite a compreensão de diversos aspectos da história. No caso da história de Brasília, nossa abordagem possibilitará adentrar no universo da cidade por meio de suas canções, filmes, arquitetura e ideias, produzindo uma perspectiva cultural que irá auxiliar os alunos a ter um conhecimento mais humanizado da cidade.
            Embora o foco seja Brasília, será pesquisado também sobre as Regiões Administrativas, pela interação dessas regiões com a capital do país.
OBJETIVO GERAL
·         Conhecer os aspectos históricos, sociais, políticos e as manifestações culturais de Brasília através da arte, música e da própria história da cidade.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·         Conhecer a história da construção de Brasília;
·         Reconhecer a função da capital do país;
·         Conhecer a arquitetura modernista e o conceito de arquitetura consciente;
·         Conhecer as principais obras de Oscar Niemeyer, sua influência na arquitetura mundial e sua importância no Brasil;
·         Produzir trabalhos artísticos baseados na obra do arquiteto;
·         Conhecer o trabalho artístico de Athos Bulcão;
·         Conhecer as origens de diversos gêneros musicais e sua influência em Brasília;
·         Conhecer seus principais representantes na cidade;
·         Elaborar coreografias para apresentação de uma música;
·         Produzir trabalhos artísticos baseados nesses gêneros musicais;
·         Ampliar a consciência política, social e ambiental através das músicas de artistas da cidade.
JUSTIFICATIVA
            O tema se faz relevante, principalmente, porque é conteúdo específico do 4° ano do ensino fundamental.
DESENVOLVIMENTO
            O trabalho será desenvolvido ao longo do ano letivo e perpassará todas as disciplinas. Trabalharemos diversos conceitos dentro da Arte, Música e da própria História do DF. A princípio, nas aulas de Língua Portuguesa poderão ser conhecidas e analisadas letras de músicas que tratam da realidade brasiliense. Nas aulas de História, deverão ser foco de pesquisas, a biografia JK, o criador de Brasília, as datas de início da construção e da inauguração de Brasília, a participação direta de engenheiros e arquitetos ilustres e a importância dos candangos anônimos na construção de Brasília. Os alunos deverão ser estimulados a propor outras formas de apresentação dos temas, tais como; dramatização, canto, maquetes, etc.
Será feito pesquisas sobre as Regiões Administrativas do Distrito Federal, suas características e origem dos nomes, com foco na importância que essas regiões têm para Brasília.
APRESENTAÇÃO E EXPOSIÇÃO
·         Arquitetura consciente e modernista - maquetes e fotos de Brasília, foco nos Museus Nacional, Biblioteca Nacional, Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada, Memorial JK, Palácio do Buriti e outros edifícios públicos, tais como Congresso Nacional, Ministérios e Catedral de Brasília – Exposição de maquetes.
·         Releitura de pintura de Athos Bulcão e Marianne Peretti - exposição de desenhos e pinturas.
·         Produção de um caderno, com o título: “conhecendo Brasília”, com explicação e ilustração dos principais monumentos.
·         Produção de um caderno sobre as Regiões Administrativas de Brasília, qual a origem dos nomes e ilustração.
·         Consciência política e social através da música:
            Rock de Brasília – Legião Urbana, Capital Inicial e Plebe Rude
            Rap de Brasília – x Cambio Negro e Viela 17
           Chorinho – Destaque para o músico Hamilton de Holanda, brasiliense de fama       internacional.
·         Consciência ambiental através da música Reggae de Brasília - Maskavo Roots e Natiruts
CRONOGRAMA

22/02

ESCOLHA O TEMA


23/02

DEFINIÇÃO DO TEMA


06/03 a 29/9

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO


13/10

CULMINÂNCIA DO PROJETO – FEIRA CULTURAL


AVALIAÇÃO
 Será feita de forma contínua e cumulativa ao longo do projeto, observando o envolvimento e desempenho dos alunos na realização das atividades, até a apresentação final. Engloba o interesse, a criatividade e a participação nos trabalhos em grupo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
 Projeto Sucanquedo
Brincando e Construindo um Mundo Melhor
1º ano e Classes Especiais
Introdução
            "A brincadeira favorece a autoestima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa. Brincar contribui, assim, para a interiorização de determinados modelos de adulto, no âmbito de grupos sociais diversos.". (BRASIL; RCNEI, 1998, p. 27)
            Brincadeira e aprendizagem são faces da mesma moeda, é brincando que os sujeitos tomam consciência do mundo que os rodeia. São as brincadeiras infantis que fazem a mediação entre o real e o fantástico, construindo no imaginário infantil as pontes para a leitura da vida.
            Para Freire: "Quando aprendemos a ler, o fazemos sobre a escrita de alguém que antes aprendeu a ler e a escrever. Ao aprender a ler nos preparamos para imediatamente escrever a fala que socialmente construímos". (FREIRE, 1997, p.25)
            Nessa perspectiva, o ato de ler e o ato de escrever, como elementos indissociáveis para o processo de ensino-aprendizagem devem estar vinculados às necessidades e interesses do público aprendiz, assim com o brinquedo e a brincadeira, propiciam diversão e prazer, potencializando a exploração e a construção do conhecimento.  Deve-se estimular e criar  condições para que as crianças tenham contato com os variados gêneros textuais disponíveis como: contos, livros infantis, poesias, mitos, lendas, fábulas, parlendas, objetos do cotidiano, brinquedos e brincadeiras...
            Assim sendo, o lúdico é o caminho não apenas da descoberta das letras e dos números, mas também um dos mais completos meios de enriquecimento e desenvolvimento da personalidade. Ao adentrar no universo mágico dos sonhos, através da utilização de brinquedos construídos com sucata, utilizamos uma ferramenta fundamental para a apropriação da linguagem escrita e, sobretudo, para uma aprendizagem significativa dos signos que compõem o código semântico.
Justificativa
            "Ninguém escreve se não escrever, assim como ninguém nada se não nadar". (Paulo Freire)
            "Ao brincar, a criança desloca para o exterior seus medos, angústias e problemas internos, dominando-se por meio da ação". (ABERASTURY apud YOZO, 1996, p. 13)
            "O brincar se dá no espaço potencial e é sempre uma experiência criativa, na continuidade espaço-tempo, uma forma básica de viver". (WINNICOTT, 1993, p. 45).
            Brincar é ler o mundo com um olhar muito especial e a leitura do mundo joga um papel fundamental no desenvolvimento da capacidade de produzir textos escritos. Por meio da memória logográfica e da experimentação, as educandas e os educandos entram em contato com toda a riqueza e complexidade da linguagem escrita. Esse movimento, de "linkar" a imagem ao texto, utilizando a construção de brinquedos com sucata, contribui para: ampliar a visão de mundo, estimular o desejo por leituras diversas, exercitar a fantasia e a imaginação, compreender o funcionamento da escrita (codificação e decodificação), desenvolver estratégias pessoais de leitura, favorecer o estabelecimento da memória semântica, ampliar o repertório textual e contribuir para a produção de textos pessoais e/ou coletivos, além de proporcionar uma visão mais ampla da história dos povos e suas peculiaridades.
            Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN (1997) definem que o papel do professor e da escola, é formar alunos críticos e habituados com a leitura. Habituar-se à leitura só é possível quando há o contato diário com todo tipo de gênero textual. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, esse contato encontra forte parceria na oralidade, é no ato de contar histórias para crianças e nas brincadeiras de cadência, que são atos de linguagem, que representamos simbolicamente o real. Essa representação simbólica é direcionada para a aquisição de modelos linguísticos formais, que possibilitarão às educandas e aos educandos, apropriarem-se da leitura e da escrita de forma descontraída e natural. Ao mesmo tempo, formar sujeitos críticos, pressupõe apresentar-lhes o mundo e as coisas do mundo em toda a sua complexidade, criando ambientes de diálogo fraternos e multiculturais, que favoreçam o exercício da alteridade e a formação de uma empatia verdadeira para com o outro e as diferenças.
            O presente projeto tem como objetivo principal desenvolver a linguagem oral e escrita das crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental, utilizando a construção de brinquedos com sucata, vinculando-os à história de sua origem. Assim, ao construir uma peteca, por exemplo, as crianças serão instadas a buscar informação sobre a origem do brinquedo e suas implicações históricas. Ouvindo e lendo (figurativamente) sobre os povos que desenvolveram o apetrecho. Esse movimento cria o ambiente propício para que compreendam outras formas narrativas que possam estabelecer contato com todos os tipos de leitura, de escrita, reescrita e reconto.
Objetivo Geral:
            Desenvolver a linguagem oral e escrita dos educandos, utilizando brincadeiras e construção de brinquedos com sucata.
Objetivos Específicos:
·         Desenvolver habilidades e prazer pela leitura e escrita;
·         Refletir sobre a escrita convencional das palavras;
·         Interpretar informações;
·         Cantar, brincar  e representar cantigas de roda;
·         Desenvolver habilidades de escuta e respeito à fala de colegas;
·         Desenvolver atitudes de interação, colaboração e troca de experiências em grupos;
·         Identificar semelhanças sonoras em sílabas e em rimas;
·         Localizar informações no texto;
·         Ampliar o repertório musical e de outras brincadeiras típicas do nosso folclore.
·         Estimular a pesquisa e a análise das palavras do texto, ampliando seu vocabulário;
·         Ampliar o repertório textual;
·         Estabelecer relações entre a linguagem oral e a linguagem escrita;
·         Dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler e escrever palavras e textos.
·         Conhecer a história de povos diversos;
·         Potencializar a psicomotricidade;
·         Promover a interação entre pais e a equipe escolar de forma lúdica e prazerosa;
·         Resgatar momentos da infância das famílias;
·         Apreciar e valorizar os elementos da cultura popular.
·         Valorizar o brincar, conhecendo algumas brincadeiras infantis;
·         Aprender e construir brinquedos com materiais recicláveis;
·         Conscientizar para a preservação do meio ambiente;
·         Elaborar um livro sobre os temas trabalhados em sala de aula, bem como, trabalhos artísticos e cartazes para serem expostos na culminância da Feira Cultural da escola;

Metodologia:
            Com relação ao movimento:
·         Utilização expressiva e intencional do movimento das situações cotidianas em brincadeiras infantis;
·         Percepção de estruturas rítmicas para expressar-se corporalmente por meio de brincadeiras.
Abordagem sobre a natureza e a sociedade:
·         Participação em brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais da comunidade e de outros grupos sociais;
·         Incentivo à observação de regras;
·         História do surgimento do brinquedo e as relações que se estabelecem nas comunidades de origem dos mesmos;
·         Estudos sobre reciclagem, biodiversidade e desenvolvimento sustentável.
·         Uso da música e da arte como recursos de apoio:
·         Participação em situações que integrem músicas, canções e movimentos corporais associados à cultura local e/ou regional;
·         Exploração dos espaços bidimensionais e tridimensionais na realização dos projetos artísticos e construção dos brinquedos;
·         Exploração e utilização de alguns procedimentos necessários para a construção dos objetos em estudo.
Linguagem oral e escrita:
·         Uso da linguagem oral para conversar, cantar  e brincar, para que os alunos tenham  oportunidade de desenvolver atividades de leitura, escrita espontânea de textos memorizados ou não, texto lacunado, discriminação de vogais e consoantes;
·         Ampliação do repertório musical e conhecimento cultural;
·         Observação e  manuseio de materiais impressos como livros e revistas;
·         Valorização da leitura como fonte de prazer e entretenimento;
·         Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita formal e confecção de livros;
·         Possibilidade com que os alunos realizem trabalhos coletivos, onde todos estejam envolvidos, provocando situações em que se ajudem mutuamente no processo de aprendizagem.
Recursos:
·         Garrafas pet, barbante, durex colorido, papelão, canetinhas, durex grosso, caixa de ovos vazia, guache, folha sulfite, EVA, papel crepom, colorset, cartolina, cola branca, cola bastão, cola quente, fio de náilon, livros, revista e jornais usados, canudos, sucatas em geral, cestas, cadeiras, mesa, aparelho de som e microfone.
·         Letras de cantigas de roda transcritas em cartaz, Trava-Línguas, textos instrucionais de brincadeiras, aparelho de som para a audição de CDs, Televisão, cartolinas, material de pintura para a confecção de livros e trabalhos artísticos, papel A3 e A4.
·         CD’s, DVD’s e Livros:
Desenvolvimento
Orientações didáticas:
·         Pesquisa junto às famílias sobre as brincadeiras de infância;
·         Pesquisa em livros e na internet sobre a origem de alguns dos brinquedos e as brincadeiras;
·         Seleção dos brinquedos para serem construídos pelas crianças (bilboquê, peteca, vai e vem, pião, cavalo de pau, outros);
·         Coleta de sucatas.
Etapas do trabalho:
·         (Rodas de conversa sobre os brinquedos de preferência);
·         Rodas de conversa sobre quais as brincadeiras preferidas;
·         Confecção de cartaz com a lista dos brinquedos e brincadeiras (a ser fixado na sala de aula);
·         Escolha de algumas brincadeiras para brincar em grupo;
·         Pesquisar sobre as brincadeiras e brinquedos do tempo de infância dos adultos da família;
·         Ler as pesquisas sobre o que foi escolhido;
·         Propor o desenho de algumas brincadeiras e/ou brinquedos;
·         Oficina de construção dos brinquedos;
·         Elaboração de texto coletivo sobre as regras das brincadeiras;
·         Oficinas de construção de brinquedos;
·         Confecção de livro de brincadeiras para acervo da escola.
·         Exposição dos desenhos, pinturas e brinquedos confeccionados.
Duração:
·         Durante todo o ano de 2017
Avaliação:
·         Avaliação formativa por meio da observação e execução diária.
Bibliografia
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: ed. Brasília, 2001.
_______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Referenciais curriculares nacionais para a educação infantil. v. a. Brasília: MEX/SEF, 1998.
CÂNDIDO, Francisca Francineide; FERREIRA, Simorelda Alva. O jogo como instrumento facilitados de aprendizagem: relato de experiência. Disponível em http://www.profjoaobeauclair.net/visualizar.php?idt=498571. Acesso em 11 de agosto de 2014.
FREIRE, Paulo. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho D'água, 1997.
GONÇALVES, Aliene C. Carvalho et. al. Projeto Sucata: construção de brinquedos através de materiais reciclados. Disponível em: http://www.ajepsi.com.br/anexosanais. Acesso em 15 de agosto de 2014.
KASHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Editora Pioneira, 1994.
____________________________. Jogo, brinquedo, brincadeira e educação. São Paulo: Cortez, 2008.
LEONTIEV, A. N. Uma contribuição à teoria do desenvolvimento da psique infantil. In: VIGOTSKY, L. S. et al. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1998.
MACEDO, Lino; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Chiste. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. São Paulo: Editora Artmed, 2009.
______________. Os jogos e sua importância na escola. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/cp/n93/n93a01.pdf. Acesso em 15 de agosto de 2014.
TEZANI, Thaís Cristina Rodrigues. O jogo e os processos de aprendizagem e desenvolvimento: aspectos cognitivos e afetivos. Disponível em: http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/educacaoemrevista/article/viewFile/603/486. Acesso em 15 de agosto de 2014
YOZO, R.Y.K. 100 jogos para grupos: uma abordagem psicodramática para empresas, escolas e clínicas. São Paulo: Ágora, 1996.
WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1993.
BRASIL, Ministério da Educação. Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília, DF: MEC, 2007.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1994.
PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1976.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A.Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
Livro, Livrinho, Livrão... Eu Leio e Você Também
Subprojeto de leitura
"Há coisas no mundo que não vemos, mas existem. São coisas que lemos. É preciso ler para que elas apareçam. Se não lemos, todas estas coisas que estão guardadas nos livros não aparecem para nós".
 

3° ano B – Vespertino –
Professora Andrea Costa e Silva
Justificativa

Observando o mundo contemporâneo é fácil perceber que o conhecimento é a moeda da globalização. Diante deste fato, faz-se necessário resgatar hábitos de estudos e leitura, que muitas vezes, nossos alunos perderam.
A leitura é um instrumento valioso para a apropriação de conhecimentos relativos ao mundo exterior. Ela amplia e aprimora o vocabulário e contribui para o desenvolvimento de um pensamento crítico e reflexivo, pois possibilita o contato com diferentes ideias e experiências.
            Ao ouvir uma história a criança fantasia, vive, age, estabelece relações, constrói valores, representa papéis, “organiza” internamente experiências vivenciadas que lhe foram agradáveis ou não, desenvolvendo habilidades de lidar com as emoções e resolver situações problemas da vida real e aprende a valorizar e respeitar as diferentes culturas, incluindo as africanas e indígenas.
            Com este projeto, espera-se despertar o gosto pela leitura. Os alunos serão apresentados a um texto que trabalha com conhecimentos prévios (os contos de fadas), e, além disso, terão, ao longo do ano, livre escolha das leituras a serem feitas. Essas serão mediadas pela professora, que oportunizará a participação do aluno nas discussões. Espera-se, ainda, procurar envolver todos os alunos e despertar o gosto e o prazer pela leitura, bem como contribuir na formação de leitores autônomos e competentes.
Desta forma, se trabalhará os conhecimentos de diferentes áreas, realizando a interdisciplinaridade, contemplando os conteúdos e habilidades de acordo com o Currículo e Movimento e o  Projeto Político Pedagógico da escola – Consciência Planetária – pode-se falar de consciência planetária para tratar a relação entre a humanidade, gênero humano com seus diferentes povos e culturas, e o seu meio ambiente. “No meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz” (A CARTA DA TERRA).

Objetivo geral

·         Despertar nas crianças o gosto pela leitura, dando significado aos códigos escritos e desenvolvendo a imaginação, criatividade, interpretação de imagens e textos, oralidade e escrita.

Objetivos específicos

·         Provocar a curiosidade e consequentemente, o gosto e o hábito pela leitura;
·         Compreender e assimilar histórias ouvidas e lidas;
·         Desenvolver a linguagem oral;
·         Incentivar o trabalho em equipe.
·         Explorar a diversidade no trabalho com a literatura africana e indígena;
·          Identificar soluções de conflitos presentes nas histórias;
·          Buscar no mundo da fantasia possíveis soluções para os problemas de seu mundo real.
·         Desenvolver o senso crítico e a criatividade;
·         Expressar-se por meio de desenhos, pinturas e colagens;
·         Incentivar à prática de virtudes;
·          Refletir sobre a prática de pensar, olhar o outro e interagir com o próximo.
·          Adotar atitude de repúdio à discriminação;
·         Produção de texto individual e coletiva.

Procedimentos

            Com a finalidade de ajudar nas dificuldades com leitura e escrita dos alunos e despertar o gosto pela leitura, se desenvolverá este projeto através de:
·         Leitura individual e coletiva com empréstimo de livros para lerem em casa;
·        Em sala explorar o Cantinho da Leitura (para leitura deleite e para serem utilizados nas sextas-feiras no projeto “Caminhos da Leitura”, realizado por toda a escola;
·        Escolher o aluno que leu mais livros durante o mês, para premiá-lo com certificado de leitor nota 10 (para verificar se os alunos estão realmente lendo os livros escolhidos eles terão que fazer o reconto do livro para a turma sem antecipar quem será o aluno escolhido para a leitura);
·        Leitura mensal: durante o mês pelo menos 1 livro será trabalhado, abordando assuntos trabalhados nos conteúdos para ser feita, além da leitura, interpretação e a realização de atividades diversas como: confecção de mural, poesias, acróstico, entre outras que a professora julgar necessária;

Todos os livros selecionados para o projeto serão trabalhados de forma interdisciplinar e de acordo com os conteúdos do Currículo em Movimento elencados abaixo, explorando os escritores brasileiros tais como: Mauricio de Souza, Ruth Rocha, Monteiro Lobato, Ziraldo, entre outros.

·        Leitura semestral: dois livros serão trabalhados durante o ano, um no primeiro outro no segundo semestre. Promovendo a leitura capitulada dos livros, durante o semestre dias No final de cada livro iremos assistir ao filme baseado na história, buscando fazer um paralelo entre o que foi lido  e o que foi retratado no filme (personagens, cenários, etc.) para ver se correspondem.

ü  1° semestre: O fantástico mistério de Feiurinha – Pedro Bandeira.

Contos de fadas renovados - neste primeiro momento, deverá ser feita a recapitulação dos contos de fadas, através de perguntas que tratem de características particulares de cada história, possibilitando que os alunos as reconheçam. Eles devem responder a essas questões, a princípio, individualmente, para posterior discussão da temática com o grande grupo, com a mediação da professora. Isso possibilitará que eles aperfeiçoem seus conhecimentos em conjunto.
No momento seguinte a esse pequeno debate, a professora dividirá a turma em pequenos grupos e oferecerá para cada grupo um conto de fadas. Depois de realizadas as leituras, cada grupo divulga/expõe seu conto para a turma; caso achem interessante, poderão também apresentá-las em forma de teatro, (poderá ser encenando para as outras turmas da escola).
 Nessa etapa será realizada uma votação na sala a fim de escolher um filme que aborde contos de fadas renovados para assistir em aula, entre opções como: Shrek, Deu a louca na Chapeuzinho, Malévola, Valente, ou Encantada. Independentemente do filme a que assistirem, o objetivo será verificar e anotar as diferenças e semelhanças entre o conto de fada tradicional e o que é veiculado na obra cinematográfica, bem como discussões de relevância como: preconceito, discriminação racial, étnica e religiosa, valorização e respeito as mulheres, entre outros importantes temas . Após o término, abre-se espaço para a discussão sobre as diferenças e semelhanças encontradas, elaborando-se um quadro comparativo que ficará exposto no mural.
Todo esse trajeto tem como objetivo introduzir a obra de Pedro Bandeira “O Fantástico mistério de Feiurinha”. A professora falará brevemente do autor e de sua obra infanto-juvenil e lerá um pequeno trecho inicial para despertar o interesse da turma. Discutir um pouco com os alunos sobre questões como: será que é possível viver feliz para sempre? O que acontece com o romance dos príncipes e princesas dos contos de fada depois que eles se casam?  A partir daí, sempre haverá minutos no início da aula para a leitura em voz alta de um capítulo do livro.
 Após o término da obra, será realizada uma discussão, o alunos assistirão a obra cinematográfica baseada no livro, após  os alunos reescreverão seu próprio conto renovado, para posterior construção de um livro. A professora montará sequência didática, de acordo com as dificuldades encontradas na produção dos contos, para posterior reescrita.
Para a montagem do livro da turma, a professora fará um trabalho interdisciplinar com as aulas de Educação Artística, nas quais os alunos poderão ilustrar seu conto, utilizando-se das características da história em quadrinhos ou apenas de imagens. Após isso, a turma escolherá um título para o livro, que será encadernado. Depois de pronto, todos os alunos poderão levar o livro para casa, para mostrar para sua família, retornando-o a cada três dias. Quando todas as famílias já tiverem visto o livro da turma, este fará parte do acervo da biblioteca da escola.

ü  2° semestre: O Pequeno Princípe - Antoine de Saint-Exupéry

A história O Pequeno Príncipe nos leva a refletir sobre as nossas atitudes e respeitar as diferenças. Responsabilidade, amor, respeito, solidariedade, e determinação são alguns dos princípios que todos devemos ter, e a partir desta historia trabalharei estes conceitos utilizando diversos materiais e atividades que ajudem as crianças a compreenderem o verdadeiro sentido da vida.
Com base na diferença de classes sociais, podem-se compreender as dificuldades que se apresentam no universo de leitura do aluno, por isso, se faz necessário que o professor trace novas estratégias de ensino, fuja do tradicionalismo que é autoritário e intolerante.
"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
                                                                                                (O Pequeno Príncipe)

Iniciar realizando a seguinte pergunta a eles: “Se você fosse dono de um planeta, como ele seria?”. “Cuidar do planeta é uma questão de disciplina, dizia o principezinho”. Cuidar do Brasil é uma questão de cidadania... Queremos regar o Brasil todos os dias...cativando... amor, amizade, solidariedade, justiça, respeito  e paz..
Mostra do filme - As aventuras do Pequeno Príncipe;  A partir deste questionamento, os alunos criarão seu texto respondendo a pergunta.  Após o termino da atividade cada aluno ganhará uma bola de isopor e poderá enfeitar o seu planeta da maneira que quiserem.
Trabalhar por capítulos e/ou trechos. Ao final do livro realizar-se-á atividades sobre a obra. Como por exemplo: texto e interpretação: A Raposa e o Pequeno Príncipe (valor da amizade)

Esta é a história de um príncipe que mora num planetinha. O narrador encontra o pequeno príncipe quando ele fez um pouso forçado no deserto de Saara. Ele estava consertando o seu avião quando ouve uma vozinha pedindo-lhe para desenhar um carneiro. O narrador voltou-se e viu o pequeno príncipe. O aviador soube que o príncipe veio de um planeta tão pequeno que ele podia assistir o por do sol quando ele quisesse, bastava para isso, girar o corpo. O principezinho pediu-lhe para desenhar um carneiro. Ele queria o carneiro por que o carneiro come arbustos. E assim poderia comer os baobás que eram um problema em seu planeta. O narrador ponderou que baobás são árvores grandes, mas o príncipe explicou-lhe que eles nascem pequenos, mas ficou preocupado por que carneiros comem flores também e ele tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma flor que amava muito. A flor embora bonita e cheirosa era vã e exigente, ingênua e orgulhosa! Acreditava que seus espinhos a protegeriam, exigiu que o príncipe a cobrisse com uma tela. Disse-lhe para colocá-la sob um globo de vidro à noite para protegê-la do frio. Embora o príncipe a amasse, estava cansado de ouvir-lhe as exigências, assim ele partiu de seu planeta com um bando de pássaros em migração.  Antes de chegar à Terra, o príncipe visitou muitos planetas. um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz por ter um súdito e exigiu obediência. Ele cansou de pedir ao príncipe para ficar, mas o príncipe não concordou e partiu novamente. Visitou outros planetas e cada vez conheceu pessoas diferentes. Na Terra queria descobrir amigos e conhecer muitos lugares e coisas. Um dia conheceu a raposa e fez amizade. Umas das coisas que ela lhe dissera foi: - A gente só conhece bem as coisas que cativou, os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas, mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! ...

“Pequeno Príncipe”

De um astro um dia ele desceu
E o deserto iluminou
Com a luz do olhar
Com a luz do olhar
E o mundo não compreendeu
Que uma só flor pode conter
Todo amor de um viver
Todo amor de um viver
Ele sabia que o vento
Quando soprava a cantar
Era saudade e lamento
Pra quem sabe amar
E o deserto então guardou
Uma lembrança tão gentil
Pequeno Príncipe partiu
E não mais retornou
E não mais retornou.

            Em ciências explorar questões relativas ao cuidado e preservação do meio ambiente e as diferentes biodiversidades que aparecem no livro, oásis, deserto, jardim das rosas, o drama dos Baobás (preservação)  e o Pequeno Príncipe com  a Rosa (água), partes da planta (pintura com guache e confecção da rosa).
Ao final do projeto, os alunos irão expor seus trabalhos no evento cultural, realizado no fim do ano letivo, terão a oportunidade de representar parte da história do Pequeno Princípe aos familiares e convidados, para isso, eles produzirão um livro sobre a obra de Saint-Exupéry.
No evento promoveremos uma campanha de arrecadação de livros usados, a serem doados para crianças carentes.

CULMINÂNCIA

FESTA DE ENCERRAMENTO - ABRIR COM A MÚSICA: Cativar

Uma palavra tão linda já
Quase esquecida me faz recordar
Contendo sete letrinhas e
Todas juntinhas se ler cativar
Cativar é amar
É também carregar
Um pouquinho da dor
Que alguém tem que levar
Cativou disse alguém
Laços fortes criou
Responsável tu és
Pelo que cativou
Num deserto tão só
Entre homens de bem
Vou tentar cativar
Viver perto de alguém

            Todas as crianças estarão caracterizadas com personagens dos contos de fada (tradicionais ou renovados). Entraram cantando a música: Cativar.
            Uma delas fará um pequeno resumo do trabalhado realizado durante o ano e apresentará a história do Pequeno Princípe.
            Farão a dramatização do diálogo entre o príncipe e a raposa. Ao final cantarão a música de Benito de Paula “Amigo do sol, amigo da lua”, com o vídeo clipe da canção ao fundo no telão.
                                      
Histórias:
                                                                 
Livros a serem trabalhados durante o projeto, sendo possível acrescentar outros, caso haja necessidade ou apareça a oportunidade:

·         Chapeuzinho Vermelho.
·         Os três porquinhos.
·         João e o Pé de feijão.
·         O mistério de Feiurinha Pedro Bandeira
·         O Pequeno Princípe - Antoine de Saint-Exupéry
·         A casa sonolenta – Audrey Wood
·         A verdadeira história dos três porquinhos – A. Jon Scieszka
·         A ovelha negra – Bernardo Aibê
·         Pretinha de Neve e os sete gigantes – Rubem Filho
·         Coleção “Contos de Mauricio de Souza”
·         A reforma da Natureza – Monteiro Lobato
·         Maluquinho por arte – Ziraldo
·         A cinderela das bonecas – Ruth Rocha
Avaliação
               
            A avaliação é um processo formativo e contínuo. É imprescindível enxergar com novos olhos o universo mágico e encantador dos livros em sala de aula e, consequentemente,estendendo-se a toda a prática cotidiana do aluno e no trabalho em equipe.